TRASH
Michelle Santo
este é um blog para desabafo!!!! tanto para assuntos profissionais quanto para assuntos pessoais tais como: relacionamentos, política, futebol, filmes, livros, cursos...enfim....
Quem gosta do meu blog
sexta-feira, 20 de junho de 2014
ENFIM VOLTEI!!!!!!!!!!
POSTANDO UMA MÚSICA QUE EU AMO DE PAIXÃO DA BANDA SUEDE, QUE É SIMPLESMENTE FANTÁSTICA
quarta-feira, 24 de julho de 2013
MAKTUB- PAULO COELHO
OLÁ, TUDO BEM? ESPERO QUE ESTEJAM GOSTANDO DE MINHAS POSTAGENS... BOA LEITURA!
A DIGNIDADE ESTÁ NOS DETALHES
UMA VELHA HISTÓRIA ÁRABE CONTA QUE DOIS MENINOS- UM RICO E UM POBRE- VOLTAVAM DO MERCADO. O RICO TRAZIA BISCOITOS UNTADOS COM MEL E O POBRE TRAZIA UM PEDAÇO DE PÃO VELHO.
"DEIXO VOCÊ COMER MEU BISCOITO SE BANCAR O CÃO PRA MIM", DISSE O RICO.
O MENINO POBRE ACEITOU E- DE QUATRO NA CALÇADA- COMEÇOU A COMER AS GULOSEIMAS DO MENINO RICO.
O SÁBIO FATH, QUE ASSISTIA À CENA, COMENTOU:
"SE ESTE MENINO POBRE TIVESSE UM POUCO DE DIGNIDADE IA TERMINAR DESCOBRINDO UM JEITO DE GANHAR DINHEIRO. MAS ELE PREFERE TORNAR-SE O CÃO DO MENINO RICO, PARA COMER SEU BISCOITO. AMANHÃ,, QUANDO FOR GRANDE, FARÁ O MESMO POR UM CARGO PÚBLICO E SERÁ CAPAZ DE TRAIR SEU PAÍS POR UMA BOLSA DE OURO..."
terça-feira, 23 de julho de 2013
MAKTUB- PAULO COELHO POSTAGEM Q ERA PRA TER SIDO PUBLICADA ONTEM!!!
LIBERDADE EXIGE ESCOLHA PESSOAL
UMA FÁBULA DO ESCRITOR LIBANÊS MIKAIL MASIMÉ PODE ILUSTRAR BEM O PERIGO DE SEGUIR OS MÉTODOS DO OUTROS, POR MAIS NOBRES QUE PAREÇAM SER:
"PRECISAMOS NOS LIBERTAR DA ESCRAVIDÃO EM QUE O HOMEM NOS MANTÉM", DISSE UM BOI AOS SEUS COMPANHEIROS. "DURANTE ANOS, ESCUTAMOS OS SERES HUMANOS DIZENDO QUE A PORTA DA LIBERDADE ESTÁ MANCHADA COM O SANGUE DOS MÁRTIRES. VAMOS DESCOBRIR A TAL PORTA MANCHADA DE SANGUE E ENTRAREMOS ALI COM A FORÇA DE NOSSOS CHIFRES".
E OS BOIS CAMINHARAM DURANTE DIAS E NOITES PELA ESTRADA, ATÉ QUE VIRAM UMA PORTA TODA MANCHADA DE SANGUE. "EIS A PORTA DA LIBERDADE", DISSERAM.
UM A UM, OS BOIS FORAM ENTRANDO. E SÓ LÁ DENTRO, QUANDO JÁ ERA TARDE DEMAIS, FOI QUE SE DERAM CONTA: ERA A PORTA DO MATADOURO...
MAKTUB- PAULO COELHO
SEGUE MAIS UM TEXTO DE PAULO COELHO PARA REFLETIREM... BOA LEITURA!!!
RENÚNCIA DEVE SER CONSCIENTE
O GUERREIRO DA LUZ OUVE COM RESPEITO A ESTRATÉGIA DO MAHATMA GANDHI:
"ESTE É O ENSINAMENTO INCONTESTÁVEL DO GITA: AQUELE QUE RENUNCIA À AÇÃO SEMPRE TERMINA CAINDO."
"EM RELAÇÃO A QUALQUER ATIVIDADE, É PRECISO SABER O QUE SE DEVE ESPERAR, OS MEIOS DE ALCANÇAR O OBJETIVO E A PRÓPRIA CAPACIDADE."
"SÓ PODE DIZER QUE RENUNCIOU AOS FRUTOS AQUELE QUE, ESTANDO ASSIM EQUIPADO, NÃO SENTE QUALQUER DESEJO PELOS RESULTADOS DA CONQUISTA E PERMANECE ABSORVIDO NO COMBATE."
"PODE-SE RENUNCIAR AO FRUTO, MAS ESTA RENÚNCIA NÃO SIGNIFICA INDIFERENÇA AO RESULTADO."
BOA NOITE!
segunda-feira, 22 de julho de 2013
ENFIM, VOLTEI!!!!
APÓS TANTO TEMPO SEM FAZER ATUALIZAÇÕES NO BLOG, ESTOU DE VOLTA, COM A PROMESSA DE QUE NÃO FICAREI LONGE (ESPERO!)....
PARA COMEÇAR, POSTAREI ALGUMAS PUBLICAÇÕES DE PAULO COELHO, A QUEM RESPEITO E ADMIRO TANTO COMO ESCRITOR QUANTO NA ÉPOCA EM QUE COMPUNHA MÚSICAS COM MEU ÍDOLO RAUL SEIXAS.
A SEGUIR, SELECIONEI MATÉRIAS QUE ELE PUBLICOU NO JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO... TENTAREI COLOCAR AO MENOS DUAS POSTAGENS POR DIA...
EU QUERO COMPARTILHAR ALGO COM VOCÊS:
SENTI NECESSIDADE DE VOLTAR COM O BLOG, POIS TODAS AS VEZES QUE ME ENCONTRO EM UMA SITUAÇÃO DE DIFÍCIL SOLUÇÃO, COM UMA TRISTEZA NA ALMA, EU SINTO NECESSIDADE EM ESCREVER. QUALQUER COISA, MAS PRECISO ESCREVER. SEMPRE SONHEI EM FAZER UM DIÁRIO, DAQUELES DE ADOLESCENTE, EM QUE SE ESCREVIA TODOS OS DIAS, EM QUE SE COLOCA TODOS OS SEUS MEDOS, ANGÚSTIAS, ALEGRIAS E TAMBÉM TRISTEZAS...
MAS COMO O NOME JÁ DIZ "DIÁRIO", TEORICAMENTE TERIA QUE SE ESCREVER TODOS OS DIAS..
E COMO EU NÃO SOU LÁ UMA PESSOA QUE SEGUE UMA ROTINA, TODA VEZ QUE EU COMEÇAVA A FAZÊ-LO, EU O ABANDONAVA DEPOIS DE ALGUM TEMPO.... RSSSSSS
MAS ESPERO QUE ISSO NÃO ACONTEÇA COM ESTE "DIÁRIO VIRTUAL", EM QUE PODE ESCREVER NÃO TODOS OS DIAS, MAS SEMPRE QUE HOUVER NECESSIDADE E SENTIMENTO PARA ESCREVER, POIS, PARA SE CONQUISTAR UM LEITOR, TEM QUE HAVER SENTIMENTO NAQUILO QUE VOCÊ QUER PASSAR PARA O LEITOR. ESTOU ERRADA?
BOM, AGORA QUE JÁ FIZ MEU DISCURSO DE REABERTURA DO MEU BLOG, ESPERO QUE CURTAM OS ESCRITOS PUBLICADOS NA FOLHA DE SÃO PAULO DE PAULO COELHO.
BOA LEITURA!
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
"Trem Azul": 30 anos do último show de Elis Regina
Entrevistas, fotos e vídeos recontam a última turnê de uma das maiores cantoras do Brasil
Em “Trem Azul” – obviamente não sabendo que esse seria o último show da cantora –, o diretor Fernando Faro transformou Elis novamente em uma estrela de TV. “O azul eram as linhas da TV à noite, na casa das pessoas”, diz Faro. Era como se fechasse um ciclo. Uma carreira. Com essa inspiração, o show alterava momentos de drama, como em “Se eu quiser falar com Deus”, e de pura descontração, como no pout pourri de sucessos da época intercalados como vinhetas de programas de televisão.
A estreia de “Trem Azul” foi em São Paulo, no dia 22 de julho, no Canecão São Paulo. Depois seguiu para Curitiba e Porto Alegre. No final de outubro, chegou ao Rio de Janeiro, onde cumpriu temporada no teatro João Caetano. Em 11 de dezembro de 1981, Elis subiu pela última vez ao palco. Foi para uma única apresentação no Rio Palace (atual Hotel Sofitel, em Copacabana).
Neste especial, ÉPOCA resgata a história dessa temporada por meio de entrevistas, depoimentos, fotos e relíquias do show. Tudo serve para reconstruir “Trem Azul” e entender o momento pelo qual Elis passava na carreira e na sua vida pessoal. Uma homenagem à cantora que, por conta de seu talento e seu legado, resiste ao tempo e ainda é aclamada como uma das maiores cantoras do país.
(Clique na imagem para acessar o especial)
Elis Regina, Dom Helder e uma carta para um preso político
Em 1978, quando levou seu show "Transversal do Tempo" para Recife, Elis participou de um ato público promovido por Dom Helder Câmara e "driblou" a polícia para homenagear o líder estudantil Edival Nunes, o Cajá
Um dos casos mais famosos em que Elis mostrou seu temperamento ocorreu em 1976, quando a cantora Rita Lee foi presa acusada de porte de maconha. Quando soube do fato, Elis decidiu ir ao Presídio do Hipódromo, na região central de São Paulo, para visitar a companheira de profissão. Em plena ditadura militar, fez um escândalo, pediu para ver a cantora e exigiu que um médico examinasse Rita, que estava grávida.
Mas nem só famosos contavam com o apoio de Elis. Um outro episódio, esquecido e revelado recentemente pela revista Continente, ocorreu no Recife, em 1978 , durante o governo de Ernesto Geisel. Elis estava na cidade para apresentações do show "Transversal do Tempo", que tinha um roteiro com viés político e de forte crítica social. Lá, quis se encontrar com Dom Helder Câmara (1909 –1999), à época arcebispo de Olinda e Recife, conhecido por sua atuação contra as violações de direitos humanos no Brasil, em especial durante a ditadura.
Quem aproximou Elis e Dom Helder foi a atriz e especialista em cultura popular Leda Alves. Elis a procurou por indicação de Frei Betto. Por coincidência, neste mesmo dia, à noite, haveria uma missa em favor da libertação do líder estudantil Edval Nunes da Silva, o Cajá, que havia sido preso em maio de 1978, na capital pernambucana, acusado de tentar reorganizar o Partido Comunista Revolucionário. Elis decidiu que participaria do ato religioso. E assim o fez. Subiu ao altar da Matriz de São José e entoou os cânticos da celebração. “Estávamos em plena ditadura e, mesmo assim, ela não se intimidou”, diz Leda, que se tornou amiga de Elis. Depois da missa, a Elis foi à sacristia conhecer Dom Helder. “Ela estava muito interessada no trabalho que ele fazia em defesa dos direitos humanos”, afirma Leda.
No dia do primeiro show da temporada que faria em Recife, Elis decidiu dedicar o show ao estudante Edival Nunes da Silva, o Cajá. A homenagem rendeu a Elis uma repreensão da polícia local, que ameaçou impedir suas apresentações seguintes. No segundo show, Elis arrumou um jeito de falar o apelido do líder estudantil. Segundo o próprio Cajá, o que foi lhe contado depois é que Elis entrou no palco com a banda desfalcada do baterista. Alegando que não poderia começar o show sem um de seus músicos, perguntou por ele. Alguém apontou o músico sentando em uma das poltronas do Teatro Santa Isabel. Elis, marota, teria dito. ‘Vem cá, já. Não posso começar o espetáculo sem você’. “O público logo entendeu o recado e aplaudiu o ato de Elis”, diz Cajá, que hoje é sociólogo e tem 61 anos.
Antes de deixar o Recife, Elis ainda tentou visitar o estudante na prisão. Não conseguiu. Optou por escrever uma carta. Na correspondência, escrita em um papel timbrado do hotel onde Elis se hospedou, o Othon Palace, Elis dizia para Cajá não esmorecer e continuar a lutar pela liberdade. Para Cajá, o ato de Elis foi ‘iluminado’. “Depois de Elis, outros artistas tentaram me visitar, como os atores Bruna Lombardi e Cláudio Cavalcanti”, afirma. “Ela tinha um compromisso com o que há de mais bonito no ser humano: a liberdade”, diz Cajá.
Cerca de três meses após sua saída da prisão, em junho de 1979, Elis voltou ao Recife para uma apresentação e tentou marcar um almoço com Cajá. Ele, que havia acabado de se tornar pai, não pode comparecer, mas disse que, posteriormente, iria a São Paulo se encontrar com a cantora. O encontro dos dois nunca aconteceu . Em 19 de janeiro de 1982, o sociólogo, em meio a uma reunião da União Nacional dos Estudantes, foi surpreendido pela notícia da morte de Elis. No próximo mês de março, quando Elis completaria mais um aniversário, ele pretende realizar um show com artistas locais em homenagem à amiga.
João Marcello Boscoli: “A voz da Elis salvou minha vida”
Filho mais velho de Elis Regina, João Marcello lembra do lado “mãezona” da cantora
30 anos sem Elis... Fotos
A cantora na época em que gravou seu primeiro disco de sucesso, "Samba eu canto assim"
Cartaz de um show no Rio de Janeiro, depois do sucesso no I Festival de MPB, com "Arrastão"
Na década de 60, fazendo pose para matéria de uma revista
A força do canto de Elis (1966)
Elis e seu primeiro marido, o compositor Ronaldo Bôscoli (1967)
Elis em sua casa no Rio de Janeiro na década de 60
Elis Regina em etapa do III Festival de MPB, em 1968
Elis, Miéle (no alto, à esquerda) e Ronaldo Bôscoli em foto de divulgação do show de 1969, no Teatro da Praia, Rio de Janeiro
Outra foto do show "Elis no Teatro da Praia"
A explosão no palco (1969)
Ao lado de Miéle, em show no Rio de Janeiro (1969)
Vestida de Carlitos, personagem de Charles Chaplin (1969)
Anúncio para divulgar o compacto que Elis e o jogador Pelé gravaram juntos em 1969
Elis grávida de seu primeiro filho, em 1970, canta no Canecão, Rio de Janeiro
Elis e o compositor José Messias, no início da década de 70
Elis e a cantora Nancy Wilson, no IV Festival Internacional da Canção, em 1971
Elis em apresentação ao lado de Wilson Simonal e Ivan Lins no programa "Som Livre Exportação", da TV Globo (1971)
A cantora gravando um especial para a TV Globo, em 1972
Elis, o segundo marido, o músico César Camargo Mariano, e o filho João Marcello (1972)
Elis brinca com o filho, João Marcello, em foto de 1972
O reencontro da dupla Elis e Jair Rodrigues, sucesso no programa "O fino da bossa" (65-67), em foto tirada nos anos 70
Nos anos de 1972 e 1973, Elis saiu em shows pelo país no projeto "Circuito Universitário"
Elis em foto feita em 1973
O encontro com Gilberto Gil no ano de 1973
Elis em ensaio com César Camargo Mariano (1973)
Elis, em 1973, gravando disco que trouxe músicas como "Ladeira da preguiça", "Folhas Secas" e "Oriente"
No estúdios, com os músicos (1973)
Elis e músicos no aeroporto (1973)
Elis em 1974, ano em que gravou dois discos, "Elis & Tom" e "Elis"
Tom Jobim e Elis gravaram juntos um dos discos mais badalados da música popular brasileira
Elis no show "Falso Brilhante", um dos maiores êxitos de sua carreira (1975-77)
O show ficou em cartaz por 14 meses, apenas em São Paulo
Elis concedendo entrevista no ano de 1976
Programa do show "Transversal do tempo", apresentado pela cantora em 1978
Elis em cena em "Transversal do tempo"
Elis gravando um musical para o "Fantástico" (1979)
30 anos sem Elis Regina
No dia em que se completam 30 anos da morte da cantora Elis Regina, ÉPOCA publica uma seleção de fotografias raras da cantora. Elis, que nasceu em Porto Alegre no dia 17 de março de 1945, começou a cantar ainda criança em programas de rádios da capital gaúcha. O sucesso veio com “Arrastão”, em 1965, música defendida por ela no I Festival de MPB. Elis fez discos e shows históricos, como a série "Dois na Bossa", “Elis & Tom”, “Falso Brilhante”, “Saudade do Brasil” e “Trem Azul”. Ao longo da carreira, cantou em diversos países, como Japão, França, Itália, Portugal, Alemanha, Suíça e México. Morreu aos 36 anos, no dia 19 de janeiro de 1982.
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